sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Rocinha e outras 7 comunidades do Rio têm novos tiroteios


Pela manhã, criminosos atiraram contra policiais que faziam cerco à Rocinha, o que levou o governo do RJ a pedir reforço das Forças Armadas. Dois jovens ficaram feridos nos complexos da Maré e do Alemão.


Por Pedro Figueiredo e Henrique Coelho, G1 Rio
Rocinha, no RJ, tem quinto dia de operação da polícia
Rocinha, no RJ, tem quinto dia de operação da polícia
Um novo tiroteio começou por volta das 9h30 desta sexta-feira (22) na favela da Rocinha, na Zona Sul do Rio, que desde domingo (17) tem sido palco de disputas entre traficantes e de operações policiais. Após pedido do governo do RJ, o ministro da Defesa, Raul Jungmann, autorizou que as Forças Armadas façam um cerco à comunidade. Dez blindados e 950 homens vão participar da ação nesta tarde.
Também nesta manhã houve relatos de tiros em outras favelas, como Alemão, Dona Marta, Vila Kennedy, Chapéu Mangueira, Maré, Jorge Turco e Palmirinha. Nos complexos do Alemão e da Maré, dois jovens ficaram feridos por bala perdida, mas foram socorridos e passam bem.

Resumo dos fatos do dia

  • Houve relatos de tiroteios em 8 comunidades do Rio nesta manhã;
  • Duas pessoas ficaram feridas na Maré e no Alemão;
  • Um dos locais com tiroteios mais intensos foi a Rocinha, onde moradores ficaram em pânico e mais uma vez se trancaram em casa. Escolas e unidades de saúde foram fechadas;
  • Granadas foram jogadas contra policiais na Rocinha, e o esquadrão antibombas chegou a ser chamado;
  • Um ônibus foi queimado na Estrada da Gávea;
  • Vias importantes da cidade chegaram a ficar fechadas, como a Autoestrada Lagoa-Barra, e o trânsito ficou caótico pela manhã;
  • O governo do RJ pediu apoio do Exército para o cerco à Rocinha, e o ministério da Defesa atendeu. Começou a ser montado no Centro Integrado de Comando e Controle um gabinete de crise para coordenar a operação.
 (Foto: Arte/G1)  (Foto: Arte/G1)
(Foto: Arte/G1)

sábado, 16 de setembro de 2017

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